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7 papersLast indexed Aug 31, 2026
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Jul 16, 2026·Figshare
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ANÁLISE DE CUSTO-BENEFÍCIO ENERGÉTICO: PROOF-OF-WORK VERSUS PROOF-OF-STAKE VERSUS PROOF-OF-HISTORY

Tiago Ferreira Cavazin

O presente artigo analisa o custo-benefício energético de três mecanismos de consenso centrais no ecossistema de criptoativos – Proof-of-Work (PoW), Proof-of-Stake (PoS) e o modelo híbrido baseado em Proof-of-History (PoH) combinado com PoS – examinando como as diferenças de consumo energético entre esses paradigmas se relacionam a propriedades de segurança, desempenho e sustentabilidade econômica. A partir de dados recentes sobre o consumo energético de redes públicas de referência – entre as quais o Bitcoin, o Ethereum antes e depois da transição para PoS (Merge) e a Solana – discute-se em que medida a evolução dos desenhos de consenso permite reduzir o uso de eletricidade por ordens de grandeza, sem necessariamente comprometer segurança e descentralização. A metodologia combina revisão bibliográfica de estudos acadêmicos e relatórios técnicos sobre consumo energético em blockchains, análise de estimativas consolidadas de uso anual de eletricidade e de energia por transação e discussão conceitual dos trade-offs entre eficiência energética, robustez criptográfica, requisitos de hardware e impactos regulatórios. As evidências empíricas revisadas indicam que o Bitcoin, ancorado em PoW, mantém consumo anual estimado em torno de 120 a 130 terawatt-hora (TWh), ao passo que o Ethereum, após a migração para PoS em setembro de 2022, reduziu seu consumo em mais de 99,9%, operando com menos de 0,01 TWh por ano. Relatórios de eficiência energética apontam que redes que combinam PoH e PoS, a exemplo da Solana, apresentam consumo de energia por transação da ordem de centenas de joules, valor inferior tanto ao de redes PoW quanto ao de diversas redes PoS de menor vazão, embora existam ressalvas metodológicas e debates acerca dos efeitos de centralização de infraestrutura associados a requisitos elevados de hardware e conectividade. Conclui-se que PoS e esquemas híbridos com PoH oferecem vantagens substanciais em termos de eficiência energética, mas que a avaliação de custo-benefício deve incorporar conjuntamente a segurança econômica, a distribuição de poder entre participantes, a maturidade do ecossistema e o alinhamento com agendas de sustentabilidade que tendem a moldar a evolução da infraestrutura Web3 nas próximas décadas.

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Blockchain Technology Applications and Security
Smart Grid Energy Management
Urban Arborization and Environmental Studies
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Jun 8, 2026·Zenodo (CERN European Organization for Nuclear Research)
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Relatório Bitcoin 08062026

Harley Pacheco de Sousa

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Health, Education, and Cultural Studies
Social and Political Issues
Urban Arborization and Environmental Studies
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Apr 8, 2026·Figshare
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EFICIÊNCIA DE CAPITAL EM AMMS DE FAIXA CONCENTRADA (CONCENTRATED LIQUIDITY)

Tiago Ferreira Cavazin

Este artigo apresenta um esboço estruturado sobre “Eficiência de Capital em AMMs de Faixa Concentrada (Concentrated Liquidity).”. O objetivo é analisar os fundamentos técnicos e econômicos da liquidez concentrada, tomando Uniswap v3 e outros <i>concentrated liquidity market makers</i> (CLMMs) como referência, e discutir suas implicações para o ecossistema Web3. A metodologia baseia‑se em revisão bibliográfica e análise de casos práticos, com foco na comparação entre AMMs de faixa infinita (como Uniswap v2) e AMMs com faixas de preço configuráveis pelos provedores de liquidez. Documentação oficial e materiais de lançamento do Uniswap v3 destacam que a ideia definidora do protocolo é permitir que LPs aloquem liquidez em faixas de preço customizadas, alcançando até cerca de 4.000× mais eficiência de capital em relação ao modelo v2 quando a liquidez é concentrada em uma faixa de 0,10%, com capacidade técnica de ranges tão granulares quanto 0,02%, o que elevaria a eficiência para até 20.000×, ainda que com custos maiores de gas por swap. Análises de segurança e guias educacionais sintetizam que, ao invés de espalhar capital em toda a curva de preços teórica, a liquidez concentrada permite que o capital atue apenas nos intervalos em que as negociações são mais prováveis, aproximando o comportamento do AMM a um <i>order book</i> tradicional e oferecendo melhor <i>price impact</i> com o mesmo capital. Ao mesmo tempo, estudos acadêmicos sobre CLMMs mostram que, embora a eficiência de capital aumente, também se intensificam riscos como <i>impermanent loss</i> (uma vez que a posição pode sair da faixa e ficar 100% em um único ativo) e estratégias adversariais como <i>just‑in‑time liquidity</i>, nas quais LPs estratégicos entram e saem em micro‑janelas para capturar taxas de forma desproporcional. Pesquisas mais amplas em design de AMMs sugerem ainda que abordagens multi‑token e mecanismos de compartilhamento de reservas podem aumentar a liquidez efetivamente ativa em CLMMs em 2,6–5,9×, mitigando efeitos de fragmentação de faixa. Conclui‑se que AMMs de faixa concentrada são um avanço significativo em eficiência de capital e qualidade de execução, mas exigem modelos de risco mais sofisticados, tanto para LPs quanto para protocolos, em comparação com AMMs de faixa infinita.<br>

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Urban Arborization and Environmental Studies
Business and Management Studies
Capital Investment and Risk Analysis
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Apr 4, 2026·Figshare
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FINALIDADE PROBABILÍSTICA VS. ABSOLUTA: IMPLICAÇÕES PARA APLICAÇÕES FINANCEIRAS

Tiago Ferreira Cavazin

O presente artigo examina as distinções entre finalidade probabilística e finalidade absoluta em sistemas blockchain, bem como suas implicações para o desenho e a operação de aplicações financeiras que visam a replicar ou substituir infraestruturas tradicionais de liquidação. Em cadeias que operam sob finalidade probabilística – modelo historicamente associado a protocolos baseados em Prova de Trabalho (Proof-of-Work) – o grau de irreversibilidade de uma transação cresce à medida que novos blocos são adicionados sobre o bloco que a contém, de modo que a probabilidade de reversão tende assintoticamente a zero sem, contudo, alcançar garantia determinística, o que justifica a prática de mercado de aguardar múltiplas confirmações antes de considerar a liquidação efetivamente concluída. Em contrapartida, cadeias dotadas de finalidade absoluta – também denominada finalidade instantânea – usualmente implementadas sobre protocolos de tolerância a falhas bizantinas (BFT) ou em arquiteturas híbridas que combinam Prova de Participação (PoS) e BFT, oferecem irreversibilidade assim que um bloco é atestado por um superconjunto qualificado de validadores, aproximando-se das expectativas de definitividade inerentes a sistemas de liquidação financeira tradicionais. A metodologia adotada combina revisão conceitual das diferentes acepções de finality em mecanismos de consenso, análise de documentação técnica de protocolos BFT – a exemplo de Tendermint, IBFT e QBFT – e discussão de relatórios recentes sobre risco de liquidação e finality aplicáveis à tokenização de ativos do mundo real (Real World Assets – RWA) em infraestruturas on-chain. Os resultados obtidos sinalizam que, embora a finalidade probabilística se mostre adequada a pagamentos de varejo e transferências de valor moderado, aplicações financeiras de maior montante, processos de tokenização de ativos e infraestruturas de mercado requerem, na prática, garantias mais robustas de irreversibilidade, com frequência combinando finalidade técnica e mecanismos jurídicos de mitigação de risco de liquidação. Conclui-se que a opção entre os dois modelos de finalidade encerra trade-offs relevantes entre segurança, velocidade de confirmação, complexidade de protocolo e conformidade regulatória, e que o desenho de aplicações financeiras em ambiente Web3 deve considerar explicitamente essas diferenças ao definir janelas de liquidação, políticas de gerenciamento de risco e estratégias de integração com o sistema financeiro tradicional.

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Blockchain Technology Applications and Security
Urban Arborization and Environmental Studies
FinTech, Crowdfunding, Digital Finance
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Jan 1, 2026·Figshare
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ANÁLISE DE CUSTO-BENEFÍCIO ENERGÉTICO: PROOF OF WORK VS. PROOF OF STAKE VS. PROOF OF HISTORY

Tiago Ferreira Cavazin

A infraestrutura das redes de registro distribuído (DLT) atravessa uma fase de escrutínio rigoroso quanto à sua viabilidade ambiental e eficiência operacional. Este relatório técnico analisa exaustivamente os três principais paradigmas de consenso contemporâneos: Proof of Work (PoW), Proof of Stake (PoS) e Proof of History (PoH), sob a ótica do custo-benefício energético e da segurança sistêmica. O Proof of Work, embora detentor de uma robustez histórica inigualável, apresenta um consumo elétrico de proporções nacionais, demandando cerca de 1.375 kWh por transação na rede Bitcoin. O Proof of Stake, consolidado pela transição do Ethereum, reduziu o dispêndio energético em 99,95%, operando com uma média de 0,0026 kWh por transação através da substituição da exaustão computacional pelo compromisso de capital. O Proof of History, atuando como um relógio criptográfico integrado ao PoS na rede Solana, otimiza a ordenação temporal e a escalabilidade, resultando em um consumo marginal de 0,00051 kWh por transação, o mais eficiente entre os protocolos de alta performance. O estudo conclui que a migração para modelos de baixo consumo e alta vazão (throughput) é impulsionada não apenas por avanços técnicos, mas por marcos regulatórios como o MiCA da União Europeia, que exige transparência absoluta sobre o impacto climático dos ativos digitais.<br>

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2 source records
Smart Grid Energy Management
Urban Arborization and Environmental Studies
Smart Grid Security and Resilience
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